quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ma chanson préférée: Avec classe

Apresento-lhes a música trabalhada por Clarisse Quintaes: Avec classe, de Corneille.

 Alors, Clarisse, dites-nous, pour quoi avez-vous choisi cette chanson?

« J'ai choisi cette chanson parce qu'elle a un rythme jeune, qui ressemble aux chansons américaines lesquelles j'aime bien. »...

Ne ratez pas la vidéo:

Ma chanson préférée: Samba Saravah

Este semestre retomei o projeto "Ma chanson préférée", e desta vez o grupo envolvido é o meu avançado 2. Começamos, então, com a música apresentada por Lucyane Moreira: Samba Saravah...

Donc, dites-nous, Lucyane, pour quoi Samba Saravah est votre chanson préférée?


« Samba Saravah est ma chanson préférée parce qu’elle  montre un  rythme caractéristique du Brésil et exprime une partie de nos origines, nos  souffrances à travers  une mélodie douce écrite  par Stacey Kent (une chanteuse américaine).Quand j'ai écouté cette chanson pour la première fois j'ai été ravie car, je suis fan de Vinícius de Moraes. J'ai écouté cette chanson d’un CD qui a été offert à ma soeur Leandra par un ami quand il a appris qu'elle étudiait  le français. À ce moment-là, je voulais savoir qui en était l’interprète  et et j’ai vu que Stacey était également une fan de la musique brésilienne: Vinícius de Moraes, Tom Jobim et d’autres. J'aime la voix de la chanteuse et aussi ses autres interprétations. »

En voici la vidéo:

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Difficultés du français: Moi aussi, moi non plus

O meu grande amigo Sandro, comentando em seu blog sobre o filme "Gainsbourg: o homem que amava as mulheres", levantou algumas questões interessantes sobre esse filme, sobretudo com relação à tradução de uma das músicas mais conhecidas de Gainsbourg "Je t'aime moi non plus". Segundo ele, o tradutor do filme deu uma "cochilada imperdoável"  ao propor esta tradução para a frase-título: "Eu te amo... também te amo muito"! Esse erro anulou toda uma gama de sentidos oriundos dessa incoerência à regra gramatical proposta pelo compositor... Nesse sentido, lendo a edição da revista "Le français dans le monde" de setembro-outubro, deparei-me com um artigo muito interessante sobre o emprego de "moi aussi, moi non plus". Vale à pena conferi-lo abaixo. Ah, se quiser ler os posts do meu amigo Sandro citados acima, é só clicar nos links abaixo: 

http://sandrodecott.blogspot.com/2011/08/je-taime-moi-non-plus-qual-e-sua-versao.html

http://sandrodecott.blogspot.com/2011/08/quando-os-tradutores-dormem-no-ponto-e.html


MOI AUSSI, MOI NON PLUS
           Par Bernard Cerquiglini

Faisons un peu de grammaire, et même de psychanalyse. L’emploi de moi aussi/moi non plus dans une réponse correspond à l’énonciation d’une conformité avec un propos précédemment énoncé. Cet emploi dépend strictement de la modalité du propos qui précède. Dans le cas de la conformité positive, c’est-à-dire lorsque la phrase à laquelle on répond est de modalité affirmative, on emploi moi aussi : « je t’aime. Moi aussi ». Dans le cas d’une conformité négative, c’est-à-dire lorsque la phrase à laquelle on répond est de modalité négative, on emploi moi non plus : « je ne t’aime pas. Moi non plus ». Tel est la règle grammaticale ; elle est stricte. Notons qu’il s’agit de modalités formelles, affirmative ou négative, et non pas de sens. Par exemple, je te déteste est synonyme de je ne t’aime pas, mais sa modalité est affirmative. On dira donc : « Je te déteste. Moi aussi ». Cela devient subtil. Et l’on comprend l’usage que peut en faire un poète. La célèbre chanson Je t’aime moi non plus de Serge Gainsbourg est une notable infraction à la règle, je t’aime étant, comme on l’a vu, de modalité affirmative. Mais en brisant la syntaxe, le poète a traduit ce que ressent l’amoureux mélancolique, qui n’ignore pas la part de mensonge que peut receler un aveu ; son infraction grammaticale exprime la négativité à l’oeuvre dans le désir. Comme aurait dit Shakespeare, il y a bien de la philosophie dans une chansonnette. 

           Source : Le français dans le monde. Édition 337 : septembre-octobre 2011, p. 22.

PROGRAMAÇÃO DA JOURNÉE LINGUISTIQUE 2011

No dia 30 de outubro, teremos a Journée Linguistique de 2011 que se realizará no Centro de Línguas/Ufes a partir das 08h30. Ao longo do dia, diversas oficinas serão oferecidas, envolvendo aspectos da língua e cultura francesas. As inscrições já estão abertas na secretaria do Centro de Línguas e custam R$ 40,00 (três oficinas e almoço). Abaixo a programação (clique em cima da imagem para aumentá-la):




quarta-feira, 21 de setembro de 2011

SÉANCE-CINÉMA: Entre les murs

Para aqueles que gostam do cinema francês, ou para aqueles que querem simplesmente estar em contato com a língua francesa, retomaremos, a partir do dia 22 de setembro, o projeto Séance-cinéma. Este projeto visa apresentar alguns filmes franceses contemporâneas e incitar a reflexão e o debate, destacando alguns pontos importantes da obra. O primeiro filme a ser apresentado é o aclamado "Entre os murs", em português "Entre os muros da escola", ganhador da Palme d'Or no festival de cinema de Cannes.

A sessão terá início às 14h30, na sala 06 do Centro de Línguas, e será conduzida pela professora Angela.

Confira abaixo o trailer (em francês bande-annonce):


JOURNÉE LINGUISTIQUE 2011

Estamos organizando para  o dia 30 de outubro, no Centro de Línguas/Ufes, a Journée Linguistique de 2011. Este evento, que já faz parte das atividades de divulgação da língua francesa propostas pela Associação de Professores de Francês do Espírito Santo em parceria com a Aliança Francesa e com Centro de Línguas/Ufes, tem por objetivo oferecer uma imersão total em língua francesa, por meio de oficinas, filmes e jogos, tudo ao longo de um dia. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 23 de setembro nas secretarias do Centro de Línguas e da Aliança Francesa e custam R$ 40,00 (o participante terá direito a três oficinas e ao almoço).

A programação será divulgada em breve aqui no Françando.

Participem!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

As formas do artigo

Os artigos em francês em sua forma simples não causam muitos problemas de compreensão, mas o que eu vejo, inclusive em níveis  avançados, é uma falta de atenção no que diz respeito às formas contraídas do tipo:

   Je vais à le cinéma (bastante presente nos níveis iniciantes, mais  pouco recorrente a partir do nível    intermediário);

   Le problème de les gens ... (bastante recorrente em todos os níveis, inclusive no avançado).

Eu poderia listar outros exemplos, mas acredito que esses dois ilustram bem esse pequeno problema. Na verdade, é algo fácil de se corrigir com a prática cotidiana. 

Outra categoria de artigo que gera algumas confusões é o artigo partitivo (veja aqui um post que escrevi sobre esse assunto) que em muitos casos não pode ser traduzido em português, acredito que é justamente essa falta de equivalência que confunde os alunos.

Bref, o artigo em francês se apresenta de três formas diferentes: a forma normal, a forma elidida e a forma contraída:

A forma elidida - emprega-se normalmente diante de palavras no singular que comecem com vogais ou o famoso "h" mudo.

A forma contraída - emprega-se como o resultado da contração das preposições de e à e dos artigos definidos le e les.

Agrupei, abaixo, as três formas do artigo em francês e os respectivos fenômenos morfológicos. Falarei mais sobre esse assunto em outro post. Até lá.